Tiago Melão, estudante do curso de licenciatura em Engenharia Mecatrónica da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG), é o novo presidente da Federação Académica do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC).
Na tomada de posse, que decorreu esta quinta-feira, Tiago Melão, para quem liderar a Federação “não é apenas ocupar um cargo, é assumir uma missão“, traçou como prioridades a proximidade aos estudantes, o reforço do movimento associativo e a concretização de medidas que promovam uma academia mais participativa e inclusiva.
“Queremos uma Federação presente e atenta, que saiba ouvir antes de decidir e que saiba agir quando for necessário“, afirmou, acrescentando que nenhum estudante se deve sentir distante ou esquecido, independentemente do polo onde estuda.
A integração dos novos estudantes constitui outro eixo central do mandato, com a nova direção a querer garantir apoio desde o início do percurso académico, promovendo medidas que facilitem a adaptação ao ensino superior e que reforcem o sentimento de pertença.
Também o fortalecimento do movimento associativo é uma prioridade para Tiago Melão, que pretende apoiar as Associações de Estudantes e os dirigentes associativos através de formação, cooperação e partilha de experiências, promovendo uma representação estudantil mais estruturada e eficaz. “Acreditamos que podemos construir uma academia melhor, mais justa, mais inclusiva e mais participativa“, referiu.
Henrique Maciel, presidente cessante, fez um balanço dos cinco anos de envolvimento na Federação, dois dos quais como presidente, destacando o trabalho desenvolvido na consolidação da estabilidade financeira e na proximidade aos estudantes.
“Liderar não é mandar, é servir. Não é estar acima, é estar ao lado“, afirmou, apelando à nova equipa para que mantenha a união e a responsabilidade como princípios orientadores.
Já Ana Paula Vale, vice-presidente do IPVC, lembrou que a Federação Académica é “um elemento agregador essencial“, capaz de articular diferentes escolas e realidades académicas numa representação comum, e reafirmou a disponibilidade para uma cooperação leal e produtiva, com um objetivo comum: continuar a construir uma instituição mais forte, mais próxima e mais preparada para os desafios do presente e do futuro.

