Paulo de Morais, candidato da AD Coligação PSD / CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Viana do Castelo, emitiu um comunicado a esclarecer o seu ponto de vista sobre os apoios aos grupos folclóricos do concelho.
O esclarecimento surge depois de ter garantido, mais do que uma vez, que vai apoiar os grupos em atuações dentro do concelho, mas não em deslocações ao estrangeiro, e de um órgão de comunicação social ter escrito que Paulo de Morais se pronunciou sobre as viagens fora do país como “férias”, algo que não se verificou.
“Primeiro: acho que os grupos etnográficos podem e devem contribuir para a animação do centro histórico de Viana e dos centros cívicos das freguesias. Devem atuar regularmente, frequentemente, e a Câmara deve incentivar e financiar (prioritária e significativamente) esta ajuda fundamental que os grupos etnográficos darão à animação do concelho, ao lazer dos vianenses e à captação de turistas“, explicou.
“Segundo: os grupos etnográficos são embaixadores da cultura vianense e devem espalhar a nossa matriz em função de objetivos bem definidos. As regras desta diplomacia cultural, bem como o seu financiamento, devem ser claras e transparentes“, continuou.
“Terceiro: como é evidente, os grupos etnográficos gerem a sua agenda e orçamento como entenderem, não precisam nem aceitam tutela pública“, acrescentou.
“Quarto: em política, gosto de polemizar com ideias e factos, não com entendimentos subliminares ou boatos. Fica aqui, com rigor, o meu ponto de vista. Lamento sinceramente que a confusão comunicacional possa ter passado, em algum momento, a ideia de que alguns dos grupos etnográficos sejam beneficiados pelo poder vigente para atividades menos úteis. Não era esse o objetivo da minha intervenção que, mais uma vez, convido a visionar“, concluiu.

