Miguel Dias: “Apenas a imigração que sirva o bem comum: Viana do Castelo e os Vianenses”

Artigo de opinião de Miguel Dias, candidato do ADN à Assembleia Municipal de Viana do Castelo.

Todos os partidos com assento parlamentar – e candidatos à Câmara Municipal de Viana do Castelo – foram convidados para participar nesta rubrica.

«Nas próximas eleições autárquicas de 12 de outubro, Viana do Castelo enfrenta um desafio complexo que exige uma visão conservadora, séria e rigorosa: a imigração excessiva e ilegal. Com um crescimento superior a 25% nos últimos anos, o nosso concelho acolhe já milhares imigrantes de 82 países. É uma realidade que, embora possa ser benéfica, precisa de uma gestão firme para proteger a nossa identidade e o futuro dos vianenses.

A imigração, quando legal e alinhada aos nossos valores de trabalho e respeito, é um complemento à nossa herança cultural e económica. A força de trabalho estrangeira tem sido vital em setores como a construção naval, a agricultura e o turismo. No entanto, o crescimento acelerado e descontrolado traz consigo graves ameaças. Estamos a assistir a um aumento da imigração ilegal, muitas vezes com valores culturais e religiosos antagónicos aos nossos, à sobrecarga dos serviços públicos e, inegavelmente, a um aumento da criminalidade que coloca em risco a segurança das nossas crianças e idosos.

O ADN, por sua vez, defende uma imigração que seja necessária, legal e estritamente controlada. A nossa política é de tolerância zero à imigração ilegal e excessiva, que compromete a segurança e a sustentabilidade da nossa comunidade. Acreditamos que a prioridade deverá ser sempre dos vianenses.

Para enfrentar este desafio, propomos um modelo inovador de gestão. Em parceria com as entidades patronais locais, vamos identificar as vagas reais por setor de atividade, garantindo que a integração dos imigrantes seja ordenada e que beneficie a nossa economia, a nossa cultura e a nossa coesão social.

Se eleito, irei propor a criação de uma comissão especializada para monitorizar os fluxos migratórios e avaliar o seu impacto, com total transparência e participação cívica. Além disso, irei fazer pressão para que o executivo camarário inicie um processo de fiscalização intensiva e detalhada dos atestados de residência emitidos nas Freguesias, para eliminar fraudes e assegurar que os recursos do nosso concelho são alocados de forma justa e prioritária aos seus legítimos habitantes.

Viana do Castelo é, prioritariamente, e em tudo, para os vianenses. A imigração deve ser um complemento positivo, nunca uma ameaça à nossa identidade, religião, património e cultura. Esta é a mudança responsável, e corajosa, que o ADN propõe para as urnas de 12 de outubro. Unidos, vamos preservar o que nos define e garantir um futuro seguro e próspero para a nossa terra.

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