Duarte Martins, presidente da Comissão Política Concelhia do PSD de Viana do Castelo e vereador na Câmara Municipal, discursou, este sábado, no Congresso Nacional do PSD, que se realiza em Anadia.
Na intervenção, Duarte Martins começou por dizer que “Portugal precisa de ambição” e de “coragem para reformar o Estado, modernizar a economia e devolver aos portugueses a confiança no futuro“.
“Quando falamos em reformar Portugal, falamos de simplificar a administração pública, aproximar as decisões dos cidadãos, reforçar a descentralização e criar condições para que as empresas possam investir, inovar e criar emprego qualificado. Falamos de um Estado que serve as pessoas em vez de as fazer esperar e é isso que devem continuar a fazer“, afirmou, acrescentando que essa reforma deve estender-se também a todo o território nacional, nomeadamente Viana do Castelo.
“Viana do Castelo é um exemplo de um concelho que alia tradição, inovação, indústria exportadora, turismo sustentável e qualidade de vida. Tem um porto estratégico, um setor naval reconhecido, empresas tecnológicas em crescimento e um enorme potencial ligado ao mar, às energias renováveis e à economia verde. Queremos mais investimento em infraestruturas, melhores acessibilidades, maior ligação ferroviária ao Norte e à Galiza, mais apoio às empresas exportadoras e mais capacidade para fixar jovens qualificados na região“, declarou.
Duarte Martins manifestou ainda o desejo de que “os jovens possam construir o seu futuro aqui, sem serem obrigados a procurar oportunidades longe da sua terra“.
“Defendemos uma descentralização efetiva, que dê mais competências e mais recursos às autarquias, porque quem está próximo das pessoas conhece melhor os seus problemas e as suas soluções. Portugal só será verdadeiramente desenvolvido quando regiões como o Alto Minho tiverem as mesmas oportunidades de crescimento, inovação e prosperidade que qualquer outra parte do país“, realçou.
Por fim, Duarte Martins sublinhou ainda que “o PSD tem de continuar a ser o partido das reformas, do crescimento económico, da valorização do trabalho e da coesão territorial“. “Temos de construir um Portugal maior, mais competitivo e mais unido. Um Portugal que não deixa ninguém para trás“, concluiu.


